Cada tarde
Condeazul(Tradução Mário Faccioni)
Te ter em cada tarde é delicioso,
eu digo meu doce amor, no bom sentido,
teu corpo sem duvida, me deixa rendido,
ao ritmo de teus beijos de doce amante.
Me prendes em teu abraço cativante,
e beijo teu ventre tão florido,
o campo alabastrino refinado,
no mármore celestial, já em diamante.
Percorro a quietude de tua beleza,
e baixo até tuas coxas tremulas,
que beijo com sutil delicadeza.
E em um impulso louco e inocente,
me fundo no calor de tua delicadeza,
formando um só ser por um instante.
Este espaço é voltado para coletânea de poemas sensuais ou eróticos, que são extraídos de livros, revistas, sites na internet, contribuições dos usuários e não possui controle de créditos e copyright. Qualquer violação de direito autoral deve ser comunicada para que o texto seja retirado de imediato! O meu intúito com o Blog é divugar a poesia, e alimentar a alma.
Madrugadas
Nossas madrugadas
AROMADEMUJER47(tradução Mário Faccioni)
Minha pele e tua pele se chamam
se desejam, morrem por sentir,
por viver esse charmoso devaneio
como fazer amor sem amor!!
Não posso!!Não posso!!!!!......
Como adoro nossas madrugadas!!
sentir o percorrer de tuas mãos em minha pele
terminar, justo onde começa
o desejo!! Os suspiros!! Os re quero!!
As tempestades formadas nesse leiro!
o desejo que me queima por dentro!
o desejo que me sacia de ti!!!
de me entregar a ti até o ultimo suspiro
que por amor era emitido!!!!!
Teu quente abraço, teu quadril em mim
teu braço rodeando minha cintura
pegando-me com força, quase perversa
tratando de levar-me ao teu êxtase
de me possuir, mas ao mesmo tempo
evitando o gozo!!
para mais tempo me ter!!!!
que delicia essas noites.
que adoro mais a cada dia
Teu olhar perdido no meu olhar!!!!
Como me pedindo mais e mais!!
e eu em tua cintura agarrada!!!
não querendo me separar de ti!!!
Jamais!! amor!! Jamais!!!!
O palpitar de teu coração junto ao meu
cantavam ao mesmo ritmo!!
como loucos!!!
naquele baile de delírio!!!
naquele êxtase de sentido!!!
O suor de tua pele!!!
emanava com aroma de paixão!!
de te quero!!! O meu ao sentir
o teu, teu suor!! Se alegrava!!
E TODO MEU SER GRITAVA!!!!
QUANTO TE AMO!!!!!
AMOR!!!!! QUANTO TE AMO!!!!!!!!
NUNCA DE MIM TE AFASTES!AMOR!!!!!!
NUNCA!!!.....NUNCA!!......
AROMADEMUJER47(tradução Mário Faccioni)
Minha pele e tua pele se chamam
se desejam, morrem por sentir,
por viver esse charmoso devaneio
como fazer amor sem amor!!
Não posso!!Não posso!!!!!......
Como adoro nossas madrugadas!!
sentir o percorrer de tuas mãos em minha pele
terminar, justo onde começa
o desejo!! Os suspiros!! Os re quero!!
As tempestades formadas nesse leiro!
o desejo que me queima por dentro!
o desejo que me sacia de ti!!!
de me entregar a ti até o ultimo suspiro
que por amor era emitido!!!!!
Teu quente abraço, teu quadril em mim
teu braço rodeando minha cintura
pegando-me com força, quase perversa
tratando de levar-me ao teu êxtase
de me possuir, mas ao mesmo tempo
evitando o gozo!!
para mais tempo me ter!!!!
que delicia essas noites.
que adoro mais a cada dia
Teu olhar perdido no meu olhar!!!!
Como me pedindo mais e mais!!
e eu em tua cintura agarrada!!!
não querendo me separar de ti!!!
Jamais!! amor!! Jamais!!!!
O palpitar de teu coração junto ao meu
cantavam ao mesmo ritmo!!
como loucos!!!
naquele baile de delírio!!!
naquele êxtase de sentido!!!
O suor de tua pele!!!
emanava com aroma de paixão!!
de te quero!!! O meu ao sentir
o teu, teu suor!! Se alegrava!!
E TODO MEU SER GRITAVA!!!!
QUANTO TE AMO!!!!!
AMOR!!!!! QUANTO TE AMO!!!!!!!!
NUNCA DE MIM TE AFASTES!AMOR!!!!!!
NUNCA!!!.....NUNCA!!......
Corpo
Corpo Nu
A.D.
Vislumbro o meu corpo nu com ternura
Na tepidez calma do leito molhado
Saboreio o beijo da vaga com doçura
Vagueio o olhar num espelho excitado
Mãos nos contornos dos seios volteiam
Serpenteio suave o ventre com emoção
Coxas em cada movimento ondeiam
Nas verdes águas vibro a excitação
Na minha pele a carícia profunda
Sinto leveza acetinada na alma
Aroma fresco no delírio abunda
Em louvor a Ondina frágil e fluida
Água fresca em minha gruta fecunda
Dádivas do amor, alimento a uma vida.
Meus lábios
Meus lábios
Eliana(Tradução Mário Faccioni)
Meus lábios,
por todo teu corpo,
sinto que o tempo foge de mim,
me afogo com teus beijos,
o calor de teu sexo,
chegando até meus pensamento,
tua boca apaixonada percorrendo meus seios,
tuas mãos firmes,
desejando serem tomadas,
e meus lábios,
buscando em tua boca,
minha boca buscando teus lábios,
em teus olhos,
meu olhar,
em teu sorriso meus lábios desmaiam.
Eliana(Tradução Mário Faccioni)
Meus lábios,
por todo teu corpo,
sinto que o tempo foge de mim,
me afogo com teus beijos,
o calor de teu sexo,
chegando até meus pensamento,
tua boca apaixonada percorrendo meus seios,
tuas mãos firmes,
desejando serem tomadas,
e meus lábios,
buscando em tua boca,
minha boca buscando teus lábios,
em teus olhos,
meu olhar,
em teu sorriso meus lábios desmaiam.
Escrava
Escrava
Alexandra Schutz
Trancada em teu castelo,
A forma sombria amedronta,
Que segredo me apronta?
Barulho no teto... será vento? Será brisa?
Ouço passos...
Destranque os ferrolhos da porta,
Tire essa manta rasgada que me cobre,
Sinta as curvas desse caminho perigoso,
Siga devagar... desacelere no trecho sinuoso,
O cheiro forte, não é da morte,
O cheiro úmido e forte,
É doce e venenoso...
De ardor, até o amor,
Meu corpo é chama e flameja,
É o que você vê e deseja,
Nesse perigo eminente,
Escorraça-me, escraviza-me, mas nem tente!
Negar o desejo da carne ardente,
E todo excitação latente,
Oculta em minhas coxas...
Agora eu tenho a chave da liberdade,
Entregue ao serviço do teu desejo,
Servidão?... Pode até ser!
Sou agora, escrava do teu prazer.
Alexandra Schutz
Trancada em teu castelo,
A forma sombria amedronta,
Que segredo me apronta?
Barulho no teto... será vento? Será brisa?
Ouço passos...
Destranque os ferrolhos da porta,
Tire essa manta rasgada que me cobre,
Sinta as curvas desse caminho perigoso,
Siga devagar... desacelere no trecho sinuoso,
O cheiro forte, não é da morte,
O cheiro úmido e forte,
É doce e venenoso...
De ardor, até o amor,
Meu corpo é chama e flameja,
É o que você vê e deseja,
Nesse perigo eminente,
Escorraça-me, escraviza-me, mas nem tente!
Negar o desejo da carne ardente,
E todo excitação latente,
Oculta em minhas coxas...
Agora eu tenho a chave da liberdade,
Entregue ao serviço do teu desejo,
Servidão?... Pode até ser!
Sou agora, escrava do teu prazer.
Senti
Senti
Wnnie Coper(Tradução Mário Faccioni)
Senti
uma loucura cheia
de perplexas contrações
como em um dia de abril,
esses dias de paixão e desespero
dias em que nossas almas
estavam nuas
e logo.
Invadida pelos anos maravilhosos
estavam já fofas
de tanta doçura
que inundas em meu coração
as tuas composições
em canções de amor.
Senti cansaço
e não foi pela resistência
de meus braços que se agarravam a ti,
foi a sensação
que tu me presenteou,
meu homem irresistível
cheio de infinitos.
Nos amando
de coração para coração
por uma simples razão
que é algo maior que amor
que nem mesmo Platão definiria.
É nudez apaixonada,
ânsias, desejos e excitação,
é o que senti
ao estar junto a você
nos amando sem controle,
nos beijando com fervor,
completando esse amor.
Wnnie Coper(Tradução Mário Faccioni)
Senti
uma loucura cheia
de perplexas contrações
como em um dia de abril,
esses dias de paixão e desespero
dias em que nossas almas
estavam nuas
e logo.
Invadida pelos anos maravilhosos
estavam já fofas
de tanta doçura
que inundas em meu coração
as tuas composições
em canções de amor.
Senti cansaço
e não foi pela resistência
de meus braços que se agarravam a ti,
foi a sensação
que tu me presenteou,
meu homem irresistível
cheio de infinitos.
Nos amando
de coração para coração
por uma simples razão
que é algo maior que amor
que nem mesmo Platão definiria.
É nudez apaixonada,
ânsias, desejos e excitação,
é o que senti
ao estar junto a você
nos amando sem controle,
nos beijando com fervor,
completando esse amor.
Companheiras
Às companheiras das minhas madrugadas
Ubirajara Passos
Sonhei-te em gozo absoluto e sem controle,
Fui calafrios nos teus pelos dourados,
Te tive enlouquecida, em cavalgadas
Sem freio, em redemoinhos
De êxtase profundo,
Fui dez mil mãos,
Cem mil línguas de fogo,
Fui tempestade ou doce envolvimento
Em tua superfície de reentrâncias e colinas,
Fui criança de peito abandonada,
No desamparo, ao teu olhar, envolto em transe,
Fui afogueado centauro, folha carregada
No temporal de um tesão asfixiante,
Fui teu igual na gargalhada bêbada,
Brinquei, guri de uma infância edênica,
Lado a lado contigo percorrendo,
Mãos rápidas, olhares hipnóticos,
O âmago fremente, os sexos pulsantes,
Picos e grutas das nossas geografias
Fui dançarino, palhaço, orador,
Enquanto foste loba, gata em cio, onça feroz,
Fomos atores no palco dos salões
E confidentes na penumbra da luz negra.
Te tive irmã, mãe, puta, amada altiva,
Amiga de folguedos, fatal maga,
Me usando como um rato amedrontado,
Te tive filha meiga, mimada, maliciosa
E fui, em raras noites, sol em meio ao tédio
Das tuas madrugadas, como foste
O consolo erótico possível,
Desarmada ternura de empréstimo,
A realidade delirante dos prazeres
Nos obscuros casarões da sacanagem.
Em ti vivi a experiência sem esforço,
As agruras, o desejo, a acolhida
De todas cores de pele e de cabelo,
Das faces e olhos de formatos
Os mais diversos,
Fui amante
Carente e delicado, fui esperto
Ladrão de delícias, enjoado
Bêbado, machão onipotente,
Fui divertido malandro,
Sábio Vaidoso.
Vivi em ti, na boemia embriagada,
Nos corredores da penumbra,
Em camas mudas,
Mil vidas negadas no sol claro
E por ti, em cada uma que eras,
No calor dos seios fartos, das sedosas coxas ,
De imensas bundas, empinadas,
Frementes e úmidas bucetas,
Em jovens rostos,
Em malícia mergulhados ,
Em olhos de dona,
Em mãos crispadas
De serva insubmissa ,
Fui carrasco e vítima,
Carinho e desencontro.
Mas o que fui,
O que vivi nas noites breves,
No mundo alheio do fortuito encontro,
O que não alcancei no quotidiano
“Normal” da vida burocrática,
O sofrimento ou êxtase famélicos,
Eu só vivi graças a ti que estavas
Sempre a espera, no refúgio alcoolizado
Dos deserdados do amor regrado.
Ubirajara Passos
Sonhei-te em gozo absoluto e sem controle,
Fui calafrios nos teus pelos dourados,
Te tive enlouquecida, em cavalgadas
Sem freio, em redemoinhos
De êxtase profundo,
Fui dez mil mãos,
Cem mil línguas de fogo,
Fui tempestade ou doce envolvimento
Em tua superfície de reentrâncias e colinas,
Fui criança de peito abandonada,
No desamparo, ao teu olhar, envolto em transe,
Fui afogueado centauro, folha carregada
No temporal de um tesão asfixiante,
Fui teu igual na gargalhada bêbada,
Brinquei, guri de uma infância edênica,
Lado a lado contigo percorrendo,
Mãos rápidas, olhares hipnóticos,
O âmago fremente, os sexos pulsantes,
Picos e grutas das nossas geografias
Fui dançarino, palhaço, orador,
Enquanto foste loba, gata em cio, onça feroz,
Fomos atores no palco dos salões
E confidentes na penumbra da luz negra.
Te tive irmã, mãe, puta, amada altiva,
Amiga de folguedos, fatal maga,
Me usando como um rato amedrontado,
Te tive filha meiga, mimada, maliciosa
E fui, em raras noites, sol em meio ao tédio
Das tuas madrugadas, como foste
O consolo erótico possível,
Desarmada ternura de empréstimo,
A realidade delirante dos prazeres
Nos obscuros casarões da sacanagem.
Em ti vivi a experiência sem esforço,
As agruras, o desejo, a acolhida
De todas cores de pele e de cabelo,
Das faces e olhos de formatos
Os mais diversos,
Fui amante
Carente e delicado, fui esperto
Ladrão de delícias, enjoado
Bêbado, machão onipotente,
Fui divertido malandro,
Sábio Vaidoso.
Vivi em ti, na boemia embriagada,
Nos corredores da penumbra,
Em camas mudas,
Mil vidas negadas no sol claro
E por ti, em cada uma que eras,
No calor dos seios fartos, das sedosas coxas ,
De imensas bundas, empinadas,
Frementes e úmidas bucetas,
Em jovens rostos,
Em malícia mergulhados ,
Em olhos de dona,
Em mãos crispadas
De serva insubmissa ,
Fui carrasco e vítima,
Carinho e desencontro.
Mas o que fui,
O que vivi nas noites breves,
No mundo alheio do fortuito encontro,
O que não alcancei no quotidiano
“Normal” da vida burocrática,
O sofrimento ou êxtase famélicos,
Eu só vivi graças a ti que estavas
Sempre a espera, no refúgio alcoolizado
Dos deserdados do amor regrado.
Assinar:
Postagens (Atom)






