Provoca-me
Luna Fria(Tradução Mário Faccioni)
Provoca-me homem,
até que acabe condenada em ti,
seduza-me para perto de ti,
acaricia-me com teu olhar,
abre as cortinas,
que quero ver a luz,
de teus olhos,
até ficar cega de tanto amor,
Faz-me sentir o prazer de tocar tuas mãos,
tão somente com o olhar,
e sentir que percorres todo meu corpo,
de pele a pele,
transpiramos o perfume do amor,
atreva-te,
seduz-me,
e veras que minha boca,
não deixará nunca de te desejar,
como rios de mel,
correrá louca junto a ti para te alcançar,
adoçarei teu corpo,
me embriagarei de ti,
todo meu corpo,
somente serei perfumada por teu alento...
Este espaço é voltado para coletânea de poemas sensuais ou eróticos, que são extraídos de livros, revistas, sites na internet, contribuições dos usuários e não possui controle de créditos e copyright. Qualquer violação de direito autoral deve ser comunicada para que o texto seja retirado de imediato! O meu intúito com o Blog é divugar a poesia, e alimentar a alma.
Almas
Somente as almas
Alfredo Escalona(Tradução Mário Faccioni)
Mais perto que o clamor de nosso alento
a profunda beira do abismo
é uma peregrinação de inquieto terremoto,
levando-nos ao climax de excitação.
E cheios de amor, mais profundamente,
nos abnega um diluvio agora mesmo
na cega virtude do paroxismo,
convertido em um mágico momento.
Abreviam nossas almas no instante
deste grato temor apaixonado
com cânticos de voz doce e amante.
Já a esplendida voz nos tenha cantado
e que estejamos assim nus e em extase
sabemos que de amor temos chorado…!
Alfredo Escalona(Tradução Mário Faccioni)
Mais perto que o clamor de nosso alento
a profunda beira do abismo
é uma peregrinação de inquieto terremoto,
levando-nos ao climax de excitação.
E cheios de amor, mais profundamente,
nos abnega um diluvio agora mesmo
na cega virtude do paroxismo,
convertido em um mágico momento.
Abreviam nossas almas no instante
deste grato temor apaixonado
com cânticos de voz doce e amante.
Já a esplendida voz nos tenha cantado
e que estejamos assim nus e em extase
sabemos que de amor temos chorado…!
Olhares
Meus olhos encontram aos seus
Noah
Meus olhos encontram aos seus,
tímidos mas esperançosos a procura de amor,
a procura de calor
Meu corpo parece entender
e se aquece para receber o seu
Em meus lábios sinto o seu rosto,
o seu pescoço, a sua boca
Boca por mim invadida,
por uma língua dona de todos os sentidos
Beijo-te suave, beijo-te forte,
revezo entre o amor e a paixão
Fixo minhas mãos em teus seios
passeio por teu corpo,
ponho-te de bruços
Suavemente meus lábios descem por tuas costas,
já conhecem o caminho
Vejo-te entregue,
sem resistência,
nenhuma relutância
Em suas nádegas,
meus dedos cravados abrem caminho
mostrando seu ânus ainda virgem
Que acariciado por minha língua
revela-se excitado, atordoado, meio desinibido
Sua pelve levanta,
exibindo vulgarmente as tuas entranhas
Meus dedos entre elas
aderem à viscosidade de sua vagina molhada e aquecida
Sinto meu pênis latejando,
suplicando para que ela o engula,
que o coma
E você retorcida parece entender o sofrimento
e oferece-me o teu sexo
Pede que eu a penetre
e obedientemente cravo meu membro
Agora ele é seu,
parece não fazer parte do meu corpo
Está em ti, dentro de ti
Calmamente os movimentos vão se acentuando,
escuto seus gemidos
Meu coração dispara
e junto com ele o gozo que nos envolve
Preencho-te com amor, com vida,
um pouco de mim que dentro de ti fica
Sua vagina aperta-me
não quer perder nada daquele sêmen
Suga-me até a última gota
Beijo-te ainda trêmulo
de uma batalha onde não teve vencidos
Meus olhos encontram aos seus,
tímidos encontraram o amor, o calor.
Noah
Meus olhos encontram aos seus,
tímidos mas esperançosos a procura de amor,
a procura de calor
Meu corpo parece entender
e se aquece para receber o seu
Em meus lábios sinto o seu rosto,
o seu pescoço, a sua boca
Boca por mim invadida,
por uma língua dona de todos os sentidos
Beijo-te suave, beijo-te forte,
revezo entre o amor e a paixão
Fixo minhas mãos em teus seios
passeio por teu corpo,
ponho-te de bruços
Suavemente meus lábios descem por tuas costas,
já conhecem o caminho
Vejo-te entregue,
sem resistência,
nenhuma relutância
Em suas nádegas,
meus dedos cravados abrem caminho
mostrando seu ânus ainda virgem
Que acariciado por minha língua
revela-se excitado, atordoado, meio desinibido
Sua pelve levanta,
exibindo vulgarmente as tuas entranhas
Meus dedos entre elas
aderem à viscosidade de sua vagina molhada e aquecida
Sinto meu pênis latejando,
suplicando para que ela o engula,
que o coma
E você retorcida parece entender o sofrimento
e oferece-me o teu sexo
Pede que eu a penetre
e obedientemente cravo meu membro
Agora ele é seu,
parece não fazer parte do meu corpo
Está em ti, dentro de ti
Calmamente os movimentos vão se acentuando,
escuto seus gemidos
Meu coração dispara
e junto com ele o gozo que nos envolve
Preencho-te com amor, com vida,
um pouco de mim que dentro de ti fica
Sua vagina aperta-me
não quer perder nada daquele sêmen
Suga-me até a última gota
Beijo-te ainda trêmulo
de uma batalha onde não teve vencidos
Meus olhos encontram aos seus,
tímidos encontraram o amor, o calor.
Amar
Te amar como a primeira vez
Teresa Manrique Benavides(Tradução Mário Faccioni)
Poderia congelar o tempo,
no instante em que nos conhecemos
e nos amar como faziamos
em nosso leito de amor proibido.
No entregar sem barreiras
nem condições,
sem importar o tempo
somente sentir a delicia
de tua pele e a minha,
respirar sobre tua respiração,
buscar teus olhos
e me ver neles,
que nossos corações
voltem a bater ao ritmo
do amor e nos amarmos
como a primeira vez.
Fazer vibrar nossos corpos
até provocar faiscas de prazer,
viver novamente bebada de paixão,
dormir e amanhecer outra vez
entre teus braços.
Queria voltar no tempo
e o deter neste instante
aquele onde teus labios murmuravam
fazes de prazer dizendo
me deixa te amar, me deixa te amar,
não me deixes, não vá para longe
amor de meu amor.
Quero voltar no tempo
e que novamente teus braços me busquem
e anseie meus braços,
tua boca busque minha boca e teu corpo ansioso
me procure em qualquer lugar.
Voltes meu amor, regressa,
não quero partir antes de voltar
a te sentir como a primeira vez.
Teresa Manrique Benavides(Tradução Mário Faccioni)
Poderia congelar o tempo,
no instante em que nos conhecemos
e nos amar como faziamos
em nosso leito de amor proibido.
No entregar sem barreiras
nem condições,
sem importar o tempo
somente sentir a delicia
de tua pele e a minha,
respirar sobre tua respiração,
buscar teus olhos
e me ver neles,
que nossos corações
voltem a bater ao ritmo
do amor e nos amarmos
como a primeira vez.
Fazer vibrar nossos corpos
até provocar faiscas de prazer,
viver novamente bebada de paixão,
dormir e amanhecer outra vez
entre teus braços.
Queria voltar no tempo
e o deter neste instante
aquele onde teus labios murmuravam
fazes de prazer dizendo
me deixa te amar, me deixa te amar,
não me deixes, não vá para longe
amor de meu amor.
Quero voltar no tempo
e que novamente teus braços me busquem
e anseie meus braços,
tua boca busque minha boca e teu corpo ansioso
me procure em qualquer lugar.
Voltes meu amor, regressa,
não quero partir antes de voltar
a te sentir como a primeira vez.
Paixão e loucura
Paixão e loucura
Alethia Cyrene(Tradução Mário Faccioni)
Milagrosamente suas mãos pousaram em meu corpo
Lentamente acariciando cada célula de minha pele
Sem deixar espaço vazio com seus beijos
Seus olhos foram as únicas testemunhas
De minha pele nua
Que junto com os meus
Fizeram parte de toda esta loucura
Seus dedos ajudaram a tirar a roupa
E logo em minha cintura foi descanso para sua boca
Baixando pouco a pouco
Até que conseguiu se embriagar
No meios de minhas coxas
E tua língua foi por um instante de uma a outra parte.
Me fez sentir
Quase como meu corpo chegasse a esmorecer
Minha mente se perdeu e meus olhos escureceram
Seus dentes morderam seus lábios
Me desejando sem saciar-se
E nossas mãos em lugares diferentes
Se encontravam ao nos tocar
Em cima de mim descobri tua pele me tocando
O que para minhas mãos foi perfeito
E ao nos amarmos entrou em cena
Um que outro beijo terno
Proveniente do amor que invadiu nossos corpos
O desejo foi crescendo
E o que já era demais virou um segredo
Que somente compartilhamos com os lençóis
E estou segura que eles jamais dirão nada...
Alethia Cyrene(Tradução Mário Faccioni)
Milagrosamente suas mãos pousaram em meu corpo
Lentamente acariciando cada célula de minha pele
Sem deixar espaço vazio com seus beijos
Seus olhos foram as únicas testemunhas
De minha pele nua
Que junto com os meus
Fizeram parte de toda esta loucura
Seus dedos ajudaram a tirar a roupa
E logo em minha cintura foi descanso para sua boca
Baixando pouco a pouco
Até que conseguiu se embriagar
No meios de minhas coxas
E tua língua foi por um instante de uma a outra parte.
Me fez sentir
Quase como meu corpo chegasse a esmorecer
Minha mente se perdeu e meus olhos escureceram
Seus dentes morderam seus lábios
Me desejando sem saciar-se
E nossas mãos em lugares diferentes
Se encontravam ao nos tocar
Em cima de mim descobri tua pele me tocando
O que para minhas mãos foi perfeito
E ao nos amarmos entrou em cena
Um que outro beijo terno
Proveniente do amor que invadiu nossos corpos
O desejo foi crescendo
E o que já era demais virou um segredo
Que somente compartilhamos com os lençóis
E estou segura que eles jamais dirão nada...
Adormeci
Adormeci e acordei nos teus braços
Angela
Cortejei-te com meu olhar.
Adormeci com encantos sutis,
Quando acordei nos teus braços.
Com um sorriso nos lábios,
Minha solidão retirou-se de mansinho.
No contato do teu corpo;minhas angústias ofertei ao vento.
Pode o amanhã levar meus sonhos,
Pode um relâmpago ferino libertar meus desejos escondidos.
Porque irei vestir-me de cetim vermelho,
Na boca um sabor de cereja;
que serão meus beijos.
No meu corpo;
fina camada de amor a escorrer.
Acordos feitos ao vento;corpos suados;
que se procuram no tempo!
Sou o que sou;
ser possível;
chamo;
clamo teu nome à beira do abismo.
Sonho com olhos fixo no infinito;
nas mãos...
Angela
Cortejei-te com meu olhar.
Adormeci com encantos sutis,
Quando acordei nos teus braços.
Com um sorriso nos lábios,
Minha solidão retirou-se de mansinho.
No contato do teu corpo;minhas angústias ofertei ao vento.
Pode o amanhã levar meus sonhos,
Pode um relâmpago ferino libertar meus desejos escondidos.
Porque irei vestir-me de cetim vermelho,
Na boca um sabor de cereja;
que serão meus beijos.
No meu corpo;
fina camada de amor a escorrer.
Acordos feitos ao vento;corpos suados;
que se procuram no tempo!
Sou o que sou;
ser possível;
chamo;
clamo teu nome à beira do abismo.
Sonho com olhos fixo no infinito;
nas mãos...
Vislumbres
Na forja de de meus vislumbres
Euridice(Tradução Mário Faccioni)
Imaturos corais deslizam em ti
arrasando teus arrecifes ardentes
te sentir nesta entrega virtuosa
sede de pegar, te merecer, te pertencer.
Robustez selvagem imantando teu corpo
transitar no canal fogoso de tuas curvas
te buscar ansioso te seduzindo sem trégua
alucinado, perdido entre teus lençóis de seda.
Avivar a chama, me perder em ti sem medida.
Me desejas e te desejo. Então mulher? Vem aqui!
Somente na forja de meus vislumbres ensandecidos
descansarão teus fluidos vibrando de energia.
Te pousarei nua na beatitude de meus lábios
fazendo honra na frugal dança do fogo
te fundir felina saciando minha fogosa fome
acabar mil vezes e começar de novo.
Euridice(Tradução Mário Faccioni)
Imaturos corais deslizam em ti
arrasando teus arrecifes ardentes
te sentir nesta entrega virtuosa
sede de pegar, te merecer, te pertencer.
Robustez selvagem imantando teu corpo
transitar no canal fogoso de tuas curvas
te buscar ansioso te seduzindo sem trégua
alucinado, perdido entre teus lençóis de seda.
Avivar a chama, me perder em ti sem medida.
Me desejas e te desejo. Então mulher? Vem aqui!
Somente na forja de meus vislumbres ensandecidos
descansarão teus fluidos vibrando de energia.
Te pousarei nua na beatitude de meus lábios
fazendo honra na frugal dança do fogo
te fundir felina saciando minha fogosa fome
acabar mil vezes e começar de novo.
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